Taurus identifica novas oportunidades de negócios no setor de Defesa e Segurança na Índia

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A equipe comercial da Taurus Armas esteve na Índia e se reuniu com várias autoridades do mercado policial e militar do país em uma rodada de negociações, discussões técnicas e apresentações sobre sua tecnologia, produtos e a mais nova planta de produção na Índia, construída em parceria com a Jindal Defence.

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Além das tratativas em curso para a licitação das Forças Armadas indianas que prevê o fornecimento de mais de 400 mil fuzis, através dessas rodadas/encontro com as principais forças policiais estaduais e paramilitares de várias regiões da Índia que estão sob comando do Ministério de Assuntos Internos (MHA na sigla em inglês), foi possível a empresa identificar projetos específicos menores para aquisição de armamentos que representam oportunidades estratégicas para o fornecimento de produtos dedicados às necessidades dessas forças, como o gerenciamento de fronteiras, operações especiais, segurança urbana e institucional, entre outras.

A demanda inicial desses pequenos contratos e oportunidades identificadas somam uma quantidade de curto-médio prazo de mais de 100 mil armas, com destaque para pistolas calibre 9mm, submetralhadoras e fuzis. Este número pode ainda aumentar ao passo que o governo indiano libere verbas para as compras estaduais.

A conceituada linha de armas TSeries da Taurus, incluindo as pistolas TS9 e TH9, a submetralhadora SMT9 e as várias versões do fuzil T4, possui as características e performance alinhadas às demandas da região, além da vantagem de a Taurus ter uma planta industrial e equipe na Índia, estando a frente dos principais concorrentes mundiais que não têm presença no país.

“A equipe comercial da Taurus está atuante e focada na abertura dessas oportunidades. Essas licitações menores, além de reforçar a presença e solidificação da Taurus no mercado de Defesa e Segurança indiano, são estratégicas porque devido às suas características tendem a possuir um menor número de empresas concorrendo e podem resultar em contratos com rentabilidades e margens potencialmente maiores em relação as grandes licitações”, afirma Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus.

Fonte: Defesa em Foco

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