Taurus supera recordes de resultados positivos em 2021

blank
Imagem: YouTube/Taurus Armas Official

A receita acumulada até setembro foi de R$ 1,9 bilhão, com aumento de impressionantes 51,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Como vem se repetindo trimestre a trimestre, o Ebitda no 3º trimestre de 2021 superou os recordes anteriores, atingindo R$ 294,7 milhões, 88,2% superior ao mesmo período de 2020. Nos nove meses de 2021, a Companhia acumulou o Ebitda de R$ 694,8 milhões, resultado que supera em 122% o obtido nos 9 meses de 2020 e em 48,1% o desempenho desse indicador em todo o ano de 2020, quando já teve desempenho sem precedentes. Com a forte geração de caixa, a Taurus é hoje uma companhia com baixa alavancagem financeira: o indicador dívida líquida/Ebitda está 0,5x.

A produção e as vendas continuam em alta e a companhia tem uma carteira de pedidos (back orders) de 1,3 milhão unidades, equivalente a 7 meses de produção. A empresa tem também novos projetos em andamento voltados ao crescimento dos negócios, baseados na eficiência dos processos, no desenvolvimento de pesquisas e na inovação para entregar ao consumidor produtos de qualidade. Nesse sentido, a Taurus firmou parcerias com a UNISINOS – Universidade do Vale do Rio dos Sinos e com a UCS – Universidade de Caxias do Sul.

“A estratégia adotada, que redesenhou toda a operação, permitiu a surpreendente melhora dos fundamentos da companhia, o que se deu em ritmo bastante acelerado. Está comprovado que a virada da Taurus não é apenas uma onda, mas uma realidade enraizada, parte da nova Taurus, e que veio para ficar. Essa é a fotografia da Taurus, que apresenta não só o vigor da empresa no atual momento, como a garantia de um futuro sólido”, afirma Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus.

A empresa produziu, nos nove primeiros meses de 2021, 1,7 milhão de armas, volume 53,7% superior ao do mesmo período de 2020, com ritmo de produção de 9,6 mil armas/dia no 3º trimestre de 2021, comparado a 6,5 mil armas/dia no 1º semestre do ano. O aumento se deve ao ramp up da fábrica dos EUA e a maior produtividade da fábrica de São Leopoldo (RS), resultado dos investimentos que estão sendo feitos na modernização do parque fabril.

Os investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento e em máquinas e equipamentos dotados da mais avançada tecnologia, assim como em processos de aumento de eficiência operacional, são prioritários no planejamento estratégico. Exemplo disso são os quatro novos centros de usinagem horizontais e o centro de torneamento que já estão na fábrica, mais um avanço do projeto “Excelência Revólver” – projeto desenvolvido pelo Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE) que possibilitará a fabricação do revólver mais barato do mundo. Os projetos do CITE seguem acontecendo, de modo a oferecer ao mercado produtos inovadores, de qualidade e sempre pautados com o compromisso com a excelência.

O mercado de armas está mundialmente aquecido e as vendas realizadas até setembro foram de 1,7 milhão de unidades, subindo uma posição no ranking mundial e colocando a Taurus como a 3ª maior empresa do setor de armas curtas. Nos EUA, o aumento das vendas foi de 30,5% no período, totalizando 1,4 milhão de unidades nos nove primeiros meses de 2021.

À medida que a empresa lança novos produtos em novos nichos de mercado, com qualidade e em linha com os anseios do consumidor, aumenta a percepção de valor da marca Taurus e, também, sua participação de mercado. Atualmente, a Taurus é líder no segmento de revólveres, com participação superior à 40% do mercado norte-americano.

“Seguimos batendo recordes em cima de recordes consistentes, de modo que nossa régua sobe a cada trimestre, sempre dedicados ao nosso objetivo de ser a maior empresa do mundo em nosso segmento. Outras ações e projetos virão”, ressalta Nuhs.

A partir do aumento da receita e com o contínuo trabalho focado em inovação, novos processos e equipamentos no estado da arte, gerando ganho de eficiência, simultâneo à gestão dos custos em geral, a Taurus atingiu o lucro bruto de R$ 370,5 milhões e a margem bruta sem precedentes de 51,6% no 3º trimestre de 2021.

A administração continua com o firme propósito de maximizar o retorno aos seus acionistas e investidores. É com esse objetivo que, em 30 de novembro, será deliberado pela Assembleia Geral a proposta de redução do Capital Social visando a absorção de partes dos prejuízos acumulados. Aprovada essa operação contábil, em prazo incrivelmente mais curto do que poderia ser esperado, a empresa pretende retomar o pagamento de remuneração aos acionistas.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Participe do nosso grupo e receba as principais notícias do Defesa News na palma da sua mão.

blank

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.